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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Detonautas lança versão de 'Back in black' do AC/DC; ouça


A banda carioca de pop rock Detonautas Rock Clube lançou na internet uma versão em português para "Back in black". A música está disponível para download no site oficial e pode ser ouvida em streaming.
Na canção, Tico Santa Cruz canta versos como "Se meu som não importa, então não tem problema / Entro pela internet e quebro o seu sistema" e "Censura, boicote e alienação / Querem jovens idiotas pro futuro da nação". O refrão é o original, cantado por Brian Johnson.
"Back in black" foi lançada pelo grupo australiano de hard rock AC/DC e incluída no disco lançado em 1980. "Back in black", o álbum, foi o primeiro sem o vocalista Bon Scott (1946-1980), que foi substituído por Johnson.
O Detonautas Rock Clube está confirmado para o dia 2 de outubro do Rock in Rio. No festival, o grupo toca na mesma noite de System of a Down, Guns N' Roses, Evanescence e Pitty.
g1.globo.com

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Disco 'Back in Black', do AC/DC, completa 30 anos de lançamento


Há 30 anos, foi lançado "Back in Black", o disco emblemático da banda australiana AC/DC, mas o passar do tempo não desbotou sua capa preta e nem a atmosfera que o envolveu.

Reza a lenda que quando Bon Scott, primeiro vocalista do grupo, gravou o disco "Highway to Hell" (1979), ele pressentia sua morte e encarou a canção homônima como uma despedida, que seria seguida, em 25 de julho de 1980, pelo principal álbum do grupo: "Back in Black".

Com as faixas "Hells Bells", "Shoot to Thrill", "What Do You Do for Money Honey", "Giving the Dog a Bone", "Let Me Put My Love into You", "Back in Black", "You Shook Me All Night Long", "Have a Drink on Me", "Shake a Leg" e "Rock and Roll Ain't Noise Pollution", o álbum marcou a história da música.

Razões não faltam - e não são exageros -, já que o disco marcou o início de uma nova etapa do grupo, com o vocalista Brian Johnson, que, com seu particular timbre de voz, deu o tom característico às músicas do AC/DC.

Quando Scott estremeceu o mundo ao cantar "Highway to Hell" em 1979, para depois morrer de uma intoxicação alcoólica em 19 de fevereiro de 1980, tudo indicava que uma lenda estava por nascer.

Bastaram cinco meses para que a banda australiana curasse suas feridas, reaparecesse com um novo vocalista e estreasse, no dia 25 de julho daquele ano, "Back in Black", um trabalho que encerrou muitos simbolismos e se tornou uma lenda.

O som do AC/DC tinha ficado mais intenso, soava fúnebre e dava a "Back in Black" um tom de homenagem à morte de Scott.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Morador de rua encontra no lixo 200 ingressos para o show do AC/DC


Um morador de rua encontrou 200 ingressos para o show da banda australiana AC/DC no lixo da FNAC Pinheiros. A notícia se espalhou rapidamente na região, já que o morador de rua distribuiu os ingressos como se fossem panfletos no semáforo da Av. Pedroso de Moraes.

O estudante de enfermagem Douglas Tetto, que recebeu 3 ingressos no semáforo, pensou que se tratava de uma ação de marketing da empresa Ticketmaster. “Achei que eles estavam querendo recompensar as pessoas por causa dos problemas que tiveram com o site.”

Além do estudante, o taxista Florentino Petre, que trabalha num ponto nas imediações e conhece o morador de rua, também ganhou ingressos. “Falei pra ele (morador) que aquilo ali valia uma grana, que era de uma banda de rock que ia tocar no Brasil. Ele disse que ia procurar um pastor, que rock era coisa do demônio (risos)”

Localizado, o morador de rua se apresentou como Bento e disse que na busca por alimentos, encontrou os ingressos num saco de lixo próximo a FNAC. Segundo ele, no começo pensava em se tratar de uma mensagem cristã “AC/DC eu só conheço por causa de Jesus, nosso Senhor. Achei que tinha recebido um sinal pra espalhar a mensagem dele que tava jogada no lixo.”

Depois o mendigo se disse vítima de forças ocultas. “O Seu Florentino (taxista) me disse que era coisa de rock e procurei um pastor que me disse que era coisa do demo mesmo e que era uma provação que eu tavo (sic) passando e que eu tinha que superar. Ele disse pra mim deixar (sic) os papeis de Lúcifer na igreja, mas eu levei comigo pra queimar.” disse Bento, muito assustado com a repercussão do caso.

O morador distribuiu cerca de 50 ingressos no semáforo e queimou mais de 150 ingressos avaliados em R$ 30.000 no total.

Procurados por nossos repórteres, a FNAC e a Ticketmaster não quiseram comentar o caso.